O que as famílias dizem
Cada relato aqui é de pessoas que passaram pelo mesmo processo de decisão que você — e escolheram o Recanto Áurea.
Voltar ao inícioAnos de atividade
Famílias atendidas
Média de satisfação (2024)
Recomendariam o Recanto
Depoimentos de famílias
Silvia Teixeira
Filha de moradora — Porto Alegre, RS
"Minha mãe estava em casa sozinha e a gente se preocupava muito, especialmente depois de uma queda. A transição para o Recanto foi mais suave do que imaginávamos. Ela demorou umas duas semanas para se adaptar, mas hoje está num ritmo que não tinha há anos. O que mais nos surpreendeu foi a equipe — todo mundo chama ela pelo nome."
Junho de 2025
Paulo Mendonça
Filho de morador — Canoas, RS
"Meu pai é uma pessoa de poucas palavras, não é fácil de se abrir. No Recanto, em menos de um mês, ele já tinha um ou dois moradores que eram suas 'companhas de café'. A comida ele elogia todo dia. O único ponto que comentei foi sobre a temperatura do quarto no inverno, e ajustaram no mesmo dia que falei."
Maio de 2025
Luciana Brum
Neta de moradora — Porto Alegre, RS
"Eu vou visitar minha vó toda semana e ela participa das Tardes de Música. Esses encontros mudaram o humor dela de uma forma que a gente não esperava. Ela ficava quietinha em casa, e agora chega antes do horário pra não perder. A equipe me contou que ela até sugeriu uma música nova pro repertório."
Junho de 2025
Adriana Feliciano
Filha de moradora — São Leopoldo, RS
"A transparência deles me conquistou desde a visita. Não tentaram me vender nada — me mostraram o lugar, explicaram como funciona e me deixaram pensar. Minha mãe mora lá há quatro meses e eu consigo ligar a qualquer momento para saber como ela está. Isso pra mim vale muito."
Julho de 2025
Rogério Costa
Filho de morador — Novo Hamburgo, RS
"Meu pai resistiu bastante à ideia no começo, o que é compreensível. Mas a equipe não forçou nada — foi com calma, com visitas, com ele se sentindo ouvido. Hoje ele mora lá há quase um ano e outro dia disse que não quer voltar pra casa. Isso, vindo dele, é muito."
Julho de 2025
Márcia Niederauer
Sobrinha de moradora — Porto Alegre, RS
"Minha tia tem noventa e dois anos e sempre foi muito independente. Achávamos que ia ser difícil. Mas o Recanto respeita muito esse jeito dela — ela toma decisões sobre a própria rotina, escolhe quando quer ficar sozinha ou em companhia. Isso fez toda a diferença na adaptação."
Maio de 2025
Histórias de adaptação
Situação inicial
Dona Thereza, 84 anos, vivia sozinha em apartamento depois do falecimento do marido. A família em Canoas ficava preocupada com as noites, com a alimentação irregular e com o isolamento crescente.
O que mudou
Após visita com a filha, Dona Thereza optou pela Hospedagem e pelas Tardes de Música. Em seis semanas, recuperou o apetite, passou a dormir melhor e fez amizade com outra moradora que também gosta de novela.
Resultado
A família visita toda semana e nota diferença no humor e na disposição. A filha conta que a mãe voltou a contar histórias na mesa do almoço.
"Ela ligou pra me contar que ganhou no jogo de cartas. Faz anos que não ouvia aquela gargalhada." — Filha de Dona Thereza
Situação inicial
Seu Antônio, 78 anos, viúvo há pouco tempo, recusava qualquer ideia de mudança. O filho, morando em outro estado, precisava de uma solução que ele aceitasse de verdade, não por pressão.
O que mudou
A equipe fez três visitas com ele antes de qualquer decisão. Ele conheceu outros moradores, almoçou na residência duas vezes e só então concordou em tentar. Começou apenas com a Hospedagem.
Resultado
Três meses depois, ele mesmo pediu para adicionar as Horas de Companhia Pessoal. Hoje joga xadrez com a acompanhante duas vezes por semana.
"Não era o que eu esperava, mas é o que eu precisava." — Seu Antônio
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